quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Reavalie os seus Pensamentos do Dia

PENSE, REFLITA E ANALISE: Você é fruto das suas escolhas, dos seus pensamentos, das suas atitudes...

Gostaria de compartilhar com vocês um exercício extraído do grande mestre Neville Goddard em uma conferencia que ele fez em 1954, intitulada “The Prunning Shears of Revision”. Esse exercício está tendo um efeito profundo em minha vida Neville recomenda que ao final de cada dia, antes do dormir, você pende nos acontecimentos do período. S algum acontecimento ou momento não foi como você queria, repita em sua mente de um modo o emocione.
Recriando esses acontecimentos em sua mente exatamente como gostaria você está limpando a sua freqüência daquele dia e emitindo um novo sinal e uma nova freqüência para amanhã. Você intencionalmente criou novas imagens para seu futuro. Nunca é tarde demais para mudar as imagens.



O que acontece quando não usamos a gratidão de forma exata...
Por Dr. JOE VITALE.

Assim que você começa a se sentir diferente em função do que já tem, começa a atrair mais coisas boas. Mais coisas pelas quais ser grato. Você pode olhar ao redor e dizer: “Bem, eu não tenho o carro que quero. Eu não tenho a casa que quero. Eu não tenho a esposa que quero. Eu não tenho a saúde que quero”. Opa! Chega, Chega! Todas essas são as coisas que você não quer. Se concentre no que tem e pelo o que é grato. Você pode ser grato pelo fato de ter a visão perfeita e pode estar lendo isso. Pode ser grato pelas roupas que você tem. Sim, você pode preferir outra coisa e pode conseguir outra coisa logo, se começar a se sentir grato pelo que tem.
“Muitas pessoas que organizam a sua vida corretamente em outros campos são mantidas na pobreza por sua falta de gratidão.”
                                   Por Wallace Wattles(Autor do livro, “Ciência de ficar Rico”.

Uma boa sorte a todos.
Willian Ricardo

*Texto extraído do livro “O Segredo”. Paginas de exercícios poderosos Nº 73. Pesquisa por Willian Ricardo do site www.rendadossonhos.ganhardinheiroagora.com 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

MEDO E SUPERAÇÃO

               Íntegra da entrevista concedida à revista Sentir bem.
 
SB: O medo é um sentimento intrínseco à natureza humana?

Mariuza: Sentir medo é natural e todas as pessoas sentem, num ou noutro momento de suas vidas. Sua existência é essencial porque quando sentimos medo nos colocamos em estado de alerta e uma descarga de adrenalina percorre nosso corpo, preparando-o para a melhor saída possível: lutar ou fugir diante de um perigo real. Essa é a função saudável do medo.

SB: O medo pode se manifestar em qualquer situação?

Mariuza: O medo se manifesta de formas variadas, em função das circunstâncias, do perfil psicológico, do tipo de vida que as pessoas levam, tipo de informações que acessam, local em que habitam, etc. É muito natural que sintamos medo diante do novo, que fiquemos ansiosos diante de uma situação que não dominamos. Quando se fala em medo, podemos pensar também nas variantes ansiedade, insegurança, fobias, bem como do medo real em relação à violência à nossa volta, etc.

SB: É possível deixar de ser medroso?

Mariuza: Sim. Todo mundo pode aprender a lidar com as situações que surgem ao longo de sua vida de uma forma saudável. A pessoa que está sofrendo muito, devido ao medo constante e/ou excessivo, deve procurar a ajuda de um psicólogo para entender o que é que a faz sentir-se assim, a conhecer seus mecanismos de defesa e a desenvolver seu potencial de criatividade e defesa. Durante o processo terapêutico, ela aprenderá a ver o medo como um amigo que chama sua atenção e ativa seus melhores recursos de enfrentamento às mais variadas situações.
 
SB: O que é o medo imaginário?

Mariuza: É aquele que ocorre pela ansiedade em relação a algo que possa vir a acontecer, mas que ainda não existe realmente. Quando alguém é ansioso demais, muito inseguro ou portador de uma auto-estima muito baixa, torna-se vulnerável a qualquer tipo de situação, mesmo aquelas que não oferecem perigo real. Passa a imaginar perigo onde ele não existe e a sofrer sem necessidade. Essas situações são complexas e precisam ser analisadas caso a caso porque, em geral, se referem a uma história de vida na qual foram construídas crenças disfuncionais acerca da própria capacidade de enfrentamento da pessoa.

SB: Muito se tem falado sobre o medo instaurado após os atentados de 11 de setembro. No seu ponto de vista: O que mudou, de fato, após essa data?

Mariuza: O 11 de setembro foi um terror, um marco negro para a sociedade norte-americana, acostumada a intervir agressivamente em terra alheia, sem ter experimentado seu sabor na própria pele. Uma tragédia, sem dúvida, em que muitos inocentes morreram ou ficaram incapacitados, mas nada muito diferente do que ocorre nos países que vivem em constante estado de conflito. O diferente, no episódio da tragédia do 11 de setembro, foi a constatação de que um

povo que até então acreditava estar além desse perigo, teve que enfrentá-lo também e reconhecer a própria vulnerabilidade.

SB: Quais são, sob a sua ótica, os principais anseios, temores e fantasmas do mundo moderno?

Mariuza: A possibilidade de terrorismo e violência descontrolados, a escassez de recursos naturais imprescindíveis à vida (como a água, por exemplo), o desequilíbrio ambiental e suas nefastas conseqüências (como a contaminação por produtos tóxicos, chuva ácida, superaquecimento global), a fome, o materialismo e o consumismo desenfreados, o altíssimo nível de controle de opinião da mídia sobre as pessoas, para citar alguns dos mais gritantes.
 
SB: Qual a diferença entre medo e fobia?

Mariuza: O medo pode ser específico ou difuso, real ou imaginário, de ocorrência circunstancial. A fobia é sempre um medo excessivo em relação a um objeto específico, como a agorafobia (medo de lugares amplos e cheios de gente), claustrofobia (medo e lugares fechados), medo do escuro, de serpentes, de aranha, de barata, de avião, etc.

SB: Medo de barata, medo de avião, medo de solidão, medo de traição, medo de perder o emprego, medo de que os desejos se realizem, medo de elevador, medo do escuro, medo da dor física... São tantos que poderíamos enumerar muitos outros além desses. E quem sente medo considera que o seu é maior e mais aterrorizante do que o do outro.

Como lidar com essas situações que, muitas vezes, nem são reais e pertencem ao imaginário?

Mariuza: Considero a psicoterapia o instrumento mais valioso para ajudar qualquer pessoa a controlar suaa ansiedade e adquirir o equilíbrio necessário para que sinta medo somente quando for necessário que o sinta. O portador do medo excessivo ou de uma fobia sente-se solitário e crê que seu medo o controla – o que, em muitas casos, realmente ocorre – passando a ter prejuízos em sua vida, que vão desde limitações no âmbito social quanto no desempenho de algumas profissões ou incapacidade de estabelecer um relacionamento íntimo. Essas pessoas precisam de ajuda e podem se beneficiar muito com o processo psicoterapêutico, cujo papel será levá-las a enfrentar suas dificuldades de forma gradual e sistemática até que adquiram o controle sobre si mesmos e deixem de estar à mercê de seu imaginário.

SB: O medo pode atrapalhar a ponto de "paralisar", por exemplo, a vida de uma pessoa?

Mariuza: Sim. Nos casos mais graves, a pessoa chega a isolar-se completamente, sentindo-se impedida de qualquer avanço rumo à socialização ou à realização de seus objetivos.

SB: Quais as ferramentas de que a Psicologia dispõe para o tratamento das causas do medo?

Mariuza: São várias as escolas psicológicas e, portanto, há diferentes abordagens e estratégias para se lidar com o medo. O que parece haver de comum entre elas é que a história de vida do cliente é a chave que elucidará como, onde e porque aquele medo específico se instalou. As abordagens mais mentalistas tenderão a focar a interpretação e a reconstrução da história de vida do cliente, como forma de oferecer-lhe os insights necessários para que desfaça as associações negativas ou disfuncionais que geram sofrimento. Abordagens mais focadas na supressão dos sintomas ensinarão estratégias de enfrentamento da fobia específica, fazendo acompanhamento sistemático da evolução do tratamento. Considero fundamental que o psicólogo esteja bem atualizado em relação às várias escolas psicológicas para que possa valer-se de recursos das várias abordagens existentes em função das necessidades de seu cliente.

_____________

Matéria publicada no site sentirbem.com, agosto 2006.

==============================================
Fontes:

WWW.mariuzapregnolato.com.br

MARIUZA PREGNOLATO

Psicologa clinica

CRP- SP 61530/0

==============================================
 

SINTOMAS; da Depressão e Suas Conseqüências

• ISOLAMENTO DO CONVÍVIO FAMILIAR - O isolamento ocorre porque há perda de parte da identidade e do interesse pelas outras pessoas. Este isolamento agrava ainda mais a doença e seus sintomas.

• DESINTERESSE PELAS ATIVIDADES NORMAIS - A pessoa quando está deprimida acredita que o seu desejo nunca será alcançado, por isso perde a busca pelo ideal, pelos objetivos e pelo amor próprio, havendo pouca ou nenhuma coisa que lhe desperte o interesse.

• PERDA DA AUTO-ESTIMA - O deprimido perde a autoconfiança, levando-o a um estado de auto depreciação. O sentimento de culpa é um estado doloroso, no qual a pessoa se vê como alguém que está quebrando uma regra, porém, manifesta-se de maneira hostil ou agressiva.

• CONCENTRAÇÃO DIMINUÍDA - O paciente perde o interesse, fica abatido e ansioso e tem dificuldade de interpretar o mundo à sua volta.

• INQUIETAÇÃO E HOSTILIDADE - Em alguns quadros o paciente fica inquieto, irritado e com comportamento agressivo. A apatia promove um atraso nas idéias e como conseqüência a pessoa se retrai socialmente, e seu estado fica confuso e tem dificuldade de tomar decisões.

• PERDA DE INTERESSE PELO TRABALHO - Quando a pessoa está deprimida costuma se ausentar do trabalho, muitas vezes, o motivo é a fraqueza ou a fadiga, e como conseqüência a atenção , a concentração e a produtividade diminuem.

• O APETITE É ALTERADO - Normalmente, há um quadro significativo de perda de apetite, em algumas situações o paciente chega ao extremo de se negar a comer. Entretanto, também é freqüente um aumento exagerado do apetite.

• DIMINUIÇÃO DO APETITE SEXUAL - Normalmente o deprimido perde o interesse e a satisfação sexual, que vêm também acompanhados da perda de esperança em relação ao futuro.

• CANSAÇO - O humor triste, o ânimo e a energia baixos levam o deprimido a um quadro de fadiga crônica, com diminuição da força e da atividade física.

• INSÔNIA - É um quadro comum e acompanhado de dores crônicas de cabeça ou de distúrbios gastrointestinais. O quadro também pode ser o inverso, um estado de sonolência permanente, com total apatia, cansaço e lentificação.

• IDÉIA DE SUICÍDIO - O baixo rendimento no trabalho ou na escola, a tristeza, as alterações da personalidade e do comportamento, a desesperança, a agressividade, a sensação de pânico e o fato de falar constantemente na morte, podem ser sinais indicativos dos risco de suicídio da pessoa deprimida. A intervenção deve ser imediata, tanto do ponto de vista psicoterápico como farmacológico.

_____________________________________________________
(*) Lúcia Helena S. De Cicco teve este seu trabalho publicado na revista "Saúde e Vida On-Line".



Quer Ganhar Dinheiro na Internet!